• 21 de September de 2017
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Hong Kong: um mundo no seu prato de Natal!

Hong Kong: um mundo no seu prato de Natal!

Por: Paulo Panayotis | São Paulo - Brasil Categoria: Colunista

Final de ano, festas, feriado, folga, família, amigos… Troquei tudo isso por um final de ano na Ásia. Pela segunda vez resolvi ir para a China nesta época do ano. Chego à Hong Kong para passar o Natal. Em menos de meia hora estou no centro da cidade. Termômetros marcam agradabilíssimos 22 graus em pleno inverno!

Uma das mais cosmopolitas cidades chinesas está vestida de Natal à moda chinesa. Para onde olho, há luzes, árvores de natal, vitrines enfeitadas e comida, comida, comida. Hong Kong respira gastronomia. E em Hong Kong tudo pode... Inclusive dar de cara com lagostas e peixes vivos. Moluscos? dos mais estranhos. Entre lojas de marcas famosas, vejo patos pendurados em vitrines no transado bairro de Wan Chai. Nas avenidas, nos shoppings, nas feiras livres, nos mercados, nos supermercados tem de tudo um pouco vindo das mais variadas partes do mundo. Foie gras, peru, dim sum, frutas e verduras esquisitas, formigas(para comer), temperos, peixe defumado, mariscos vivos, salgadinhos de lula, polvo, noodles, cobras, ovos defumados, carangueijo correndo de um lado para o outro, lesmas comestíveis (leia-se escargots) de vários tamanhos. Isso sem falar em coisas que nunca consegui decifrar. Paladares mais tradicionais podem ficar tranquilos. Tem frutas bem conhecidas como manga, laranja. Tem até pizza. Afinal de contas, os traços dos longos anos da colonização britânica permanecem visivelmente arraigados nesta metrópole.

No meu hotel, o icônico Mandarin Oriental de Hong Kong, me perco nas opções gastronômicas.. Combinação impecável de luxo contemporâneo com traços marcantes da cultura do extremo oriente, o #MOhk, do qual virei fã, ou ou melhor #MOfan, reúne nada nada menos do que cinco das melhores opcoes da cidade.Sugiro experimentar a gastronomia no hotel mesmo que não esteja hospedado.Na dúvida, é só escolher entre o restaurante Pierre, duas estrelas Michelin; o Mandarim Gril e Bar, uma estrela Michelin; o Man Wah, especializado em comida cantonesa, o Café Causette e o Clipper Lounge. Quer bebericar? Bons bares estão nos arredores. Mas se quiser tomar algo em grande estilo, vá ao Krug room, dentro do hotel mesmo. Ou tente o M Bar, o The Chinnery ou o sempre lotado Captains Bar. Onde? Também dentro do Mandarin Hong Kong.Desço. O lobby está cheio e a correria instalada. No Clipper Lounge, quase pronto para a ceia da véspera de Natal, desfilam cascatas de lagosta, pratos de camarão “cotovelo, patos laqueados, diversos tipos de salada e alguns produtos que eu realmente não consegui identificar novamente! Nem tentei... Uma ala é inteiramente dedicada aos doces… Divinos! Garçons apressados de um lado para o outro. O chef entra e sai da cozinha gritando as últimas orientações em mandarin(ou seria cantonês?). Ao contrário do Brasil, aqui a ceia começa bem mais cedo. Aos poucos, hóspedes e convidados chegam vestidos com grifes famosas. Entre pratos, taças e sorrisos, a comemoração natalina toma conta do lugar. Depois de testemunhar o início desta festa de Babete dispenso o buffet. O dia foi repleto de novos sabores. Vou para meu quarto.

Encontro um balde de gelo, champanhe e chocolate. Olhando para a baía Victoria aos meus pés, o champagne desaparece, os olhos se fecham, os sonhos de Natal chegam. Feliz Natal a todos!

O jornalista esteve no hotel a convite do grupo Mandarin Oriental/ X-Mart.

Paulo Panayotis é jornalista profissional e escritor. Trabalha em TV. Foi correspondente internacional e conhece 58 países. Divide suas experiências e dicas no portal: www.oquevipelomundo.com.br

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