• 24 de September de 2018
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Zagreb?Pula? Oi?

Zagreb?Pula? Oi?

Por: Paulo Panayotis | São Paulo - Brasil Categoria: Colunista

Cheguei em Zagreb(capital da Croácia) vindo de Viena(capital austríaca) com uma parada em Liubliana(capital da Eslovênia). A viagem de carro(370 km), por estradas novinhas em folha já tinha valido a pena. Meu destino final? Croácia.O ano era 2006. Nesta época, a União Européia estava se consolidando e o euro se valorizando. Mas tinha informações de que a Croácia, recém incorporada à Europa, tinha preços razoáveis.Especialmente no inverno. Arrisquei. Não me arrependi. A dúvida era se conseguiria chegar até Split, no mar Adriático. As belíssimas e chics praias deste descolado balneário eram o atrativo. A distância, superior a 410 Km de Zagreb, o impeditivo. Não que fosse longe, mas já estáva vindo da Áustria e para a Áustria voltaria. Representaria, além de tudo o que já havia rodado, acrescentar no mínimo mais 5 horas de estrada. Tarefa difícil, tempo reduzido.Resolvido: Split ficaria para a próxima visita à terras croatas.

Desta vez, seria Zagreb com uma esticada em Pula, balneário também äs margens do Adriático. Inverno. Temperaturas beirando o zero. Um cheiro bom no ar. Uma expectativa boa no coração. Zagreb tem cara  socialista , alma democrata e atmosfera capitalista.Gosta de música,arte, arquitetura, gastronomia e balada? Então meu amigo, pode ir sem susto. É uma grande pequena metrópole, feita, sobretudo, para ser curtida ao ar livre. Inclusive no inverno. Tem tram(aqueles trenzinhos urbanos elétricos super charmosos)por toda a parte.Os trilhos, alias, foram os responsáveis pelo surgimento de Zagreb.A capital croata  sempre foi um agitado centro comercial. Mas “bombou” mesmo depois que surgiu a estrada de ferro conectando Viena e Budapeste(capital da Hungria) à Zagreb.

Entre a cidade alta(mais antiga)e a cidade baixa(mais nova e onde se concentram os principais museus)fique com as duas. Lá em cima, arquitetura e Catedrais históricas.Lá em baixo, além de cultura, restaurantes e cafés badalados. E escondidos.Em frente à Catedral da Sagrada Virgem Maria(na cidade alta e sempre em reforma) parada para a foto clássica. De lá, uma esticada na Praça Captol, onde ficam os prédios mais antigos e com aquela cara de cidade medieval. Devidamente clicadas, “baixei” na cidade baixa para um café antes do almoço.


Zagreg tem cara de antiga. Só cara. No coração da cidade pulsa modernidade, contemporaneidade. Dica: não é barato, mas se puder, fique no Arcotel Allegra. É o primeiro hotel design de Zagreb. Acordei descansado com Frida Kahlo e Franz Kafka olhando para mim. Todos estampados nas colchas, claro.

Uma viagem de 267 km, já retornando para Viena, me leva à pitoresca e romana Pula, na charmosa costa da Ístria. Não dava para deixar a Croácia sem travar contato com o mar Adriático. Mar é minha paixão. Na Croácia então, virou devoção. Um anfiteatro romano dá as boas vindas. A arquitetura, alias, é toda romana. Esta é uma cidade maritima comercialmente agitada. Mas o que chama a atenção é que apesar disto continua charmosa e atraente longe daquelas cidades portuárias normalmente sujas e malcheirosas.

Pula! Linda! E hospitaleira. Ao longo de sua costa, dezenas de belíssimas prais. Cafés à beira mar. Restaurantes fantásticos. Hora de seguir viagem. A hora mais triste do caminho. Zagreb deixa saudades. Pula nem se fala.Veredito: a Croácia é encantadora, pensava eu voltando para Viena. Preciso voltar um dia. E conhecer o sul do País, Split, Dubrovnik…
Estou trabalhando neste projeto agora mesmo e quem sabe até o final deste ano trago novidades para vocês diretamente de lá!
E por falar nisto, se você quiser conhecer um pouco mais desta terra mágica, vai lá no portal  O Que Vi Pelo Mundo(www.oquevipelomundo.com.br).
Então, comece a realizar seu sonho conhecendo a Croácia e garanto que um dia você acorda por lá!!!Bons sonhos e boa viagem! Ou seria o contrario?