• 24 de November de 2017
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Zagreb? Pula? Oi?

Zagreb? Pula? Oi?

Por: Paulo Panayotis | São Paulo - Brasil Categoria: Colunista

Coluna semana do portal OQVPM publicada na Rede JBA - Jornais de Bairro Associados - para 4 milhões de leitores na Capital, Baixada e Interior paulista.

Zagreb? Pula? Oi?
Chegamos em Zagreb (capital da Croácia) vindos de Viena (capital austríaca) com uma parada em Liubliana (capital da Eslovênia). A viagem de carro (370 km), por estradas novinhas em folha já tinha valido a pena. Nosso destino final? Croácia. Estavamos em 2006. Nesta época, a União Européia estava se consolidando e o euro se valorizando. Mas tinhamos informações de que a Croácia, recém incorporada à Europa, tinha preços razoáveis. Especialmente no inverno. Arriscamos. Não nos arrependemos.
Split?

A dúvida era se conseguiríamos ir até Split, no mar Adriático. As belíssimas e chiques praias deste descolado balneário eram o atrativo. A distância, superior a 410 quilômetros de Zagreb, o impeditivo. Não que fosse longe, mas já estávamos vindo da Áustria e para a Áustria voltaríamos. Representaria, além de tudo o que jä havíamos rodado, acrescentar no mínimo mais cinco horas de estrada. Tarefa difícil, tempo reduzido. Resolvido: Split ficaria para a próxima visita às terras croatas. Desta vez, seria Zagreb com uma esticada em Pula, balneário também às margens do Adriático. Inverno. Temperaturas beirando o zero. Um cheiro bom no ar. Uma expectativa boa no coração.
Zagreb!

Zagreb tem cara de socialista , alma democrata e atmosfera capitalista. Gosta de música, arte, arquitetura, gastronomia e balada? Então meu amigo, pode ir sem susto. É uma grande pequena metrópole, feita, sobretudo, para ser curtida ao ar livre. Inclusive no inverno. Tem tram (aqueles trenzinhos urbanos elétricos super charmosos) por toda a parte. Os trilhos, alias, foram os responsáveis pelo surgimento de Zagreb. A capital croata  sempre foi um agitado centro comercial. Mas “bombou” mesmo depois que surgiu a estrada de ferro conectando Viena e Budapeste (capital da Hungria) à Zagreb.
Cidade alta X Cidade baixa

Entre a cidade alta (mais antiga)e a cidade baixa (mais nova) e onde se concentram os principais museus) fique com as duas. Lá em cima, arquitetura e catedrais históricas. Lá em baixo, além de cultura, restaurantes e cafés badalados. E escondidos. Em frente à Catedral da Sagrada Virgem Maria (na cidade alta e sempre em reforma) parada para a foto clássica. De lá, uma esticada na Praça Captol, onde ficam os prédios mais antigos e com aquela cara de cidade medieval. Devidamente clicadas, “baixamos” na cidade baixa para um café antes do almoço.
Modernidade X antiguidade
Zagreg tem cara de antiga. Só cara. No coração da cidade pulsa modernidade, contemporaneidade. Dica: não é barato, mas se puder, fique no Arcotel Allegra. É o primeiro hotel design de Zagreb. Acordamos descansados com Frida Kahlo e Franz Kafka olhando para nós. Todos estampados nas colchas, claro.
Pula da cama e vai

Uma viagem de 267 quilômetros, já retornando para Viena, nos levou à pitoresca  e romana Pula, na charmosa costa da Ístria. Não dava para deixar a Croácia sem travar contato com o mar Adriático. Mar é minha paixão. Na Croácia então, virou devoção. Um anfiteatro romano dá as boas vindas. A arquitetura, aliás, é toda romana. Esta é uma cidade maritima comercialmente agitada. Mas o que chamou a atenção é que, apesar disto, continua charmosa e atraente longe daquelas cidades portuárias normalmente sujas e malcheirosas.
Pula

Pula! Linda! E hospitaleira. Ao longo de sua costa, dezenas de belíssimas praias. Cafés à beira mar. Restaurantes fantásticos. Hora de seguir viagem. A hora mais triste do caminho. Zagreb deixou saudades. Pula nem se fala. Veredito: a Croácia é encantadora, pensava eu voltando para Viena. Preciso voltar um dia. E conhecer o sul do País, Split, Dubrovnik…
Kelly Kale, nossa colunista na Croácia

E por falar nisto, se você quiser conhecer um pouco mais desta terra mágica, vai lá no portal de vídeo turismo O Que Vi Pelo Mundo (www.oquevipelomundo.com.br).
Acabou de estrear mais um colunista internacional. Trata-se da santista de coração e crota por opção Kelly Kale. Uma especialista em Split, cidade onde mora há sete anos com a família. Apaixonada pela riquíssima história Croata, especialmente da região da Dalmácia,onde fica Split, ela tem muito a contar sobre este destino único, sonho de consumo de europeus e turistas do mundo todo. Então, comece a realizar seu sonho conhecendo a Croácia e garanto que um dia você acorda por lá! Bons sonhos e boa viagem! Ou seria o contrário?

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